Publicado por: Marcio Ramos | 11/06/2010

Barrados no baile

Eventos e festas corporativas são o tipo de acontecimento onde invariavelmente pipoca, entre convidados que interessam, gente “nada-a-ver”.

Por gente “nada-a-ver” entendo tanto bicões quanto aquele assistente do assistente que apareceu com o convite do chefe que confirmou a presença mas desistiu. A proliferação dessa fauna indesejada varia dependendo de fatores que vão da publicidade e do tamanho da festa à facilidade de penetrar onde não se é aguardado. Uma vez dentro do evento é mais fácil se camuflar, e como nem sempre esses personagens têm muita familiaridade com o tema do encontro, seus destinos ideais tendem a ser o buffet, o bar e os kits de brindes.

Conheço organizador que se incomoda severamente ao perceber a presença desses intrusos e faz a linha Cicarelli no castelo de Chantilly. Quando não chega ao extremo de expulsá-los, ao menos pede à segurança que fique em cima, nega sacolinha de lembrança, e por aí vai. Dependendo do perfil da ação (e do bicão), entendo e assino em baixo. Em outros casos, porém, acho mais adequado simplesmente deixar passar batido. Penso que quem nega voucher de sorteio ou catálogo acaba em certo ponto fomentando marketing negativo. E mais perigoso ainda é barrar acompanhante de convidado ou colocar pra fora gente que não se sabe exatamente quem é.

Os anos de experiência baladeira, tanto de um lado da história quanto do outro, fizeram com que eu acredite que a virtude está em uma postura ponderada, que avalie cada situação isoladamente. Afinal, organizador que dramatiza e mete os pés pelas mãos é, também, “nada-a-ver”.

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Publicado por: Marcio Ramos | 28/05/2010

A balada ideal

(foto: reprodução)

Conheço gente que ama raves. Enquanto isso, há amigos que preferem jantares e reuniões na casa de conhecidos. Tenho colegas de trabalho que não trocam um clube noturno por nada. E quanto a você, qual a sua balada ideal?

Para mim, antes de tudo a diversão começa com a companhia de pessoas especiais. Esteja solteiro ou casado, acho que em certas situações a presença de amigos de longa data, aqueles com os quais você conversa com uma troca de olhares, não tem preço. Com meus melhores amigos tenho muito em comum. Senso de ironia, gostos, histórias de vida e de pista, ideais. Diversas são as coisas que nos ligam e temperá-las com drinks e boa música invariavelmente funciona bem.

Na sequência, penso no local desse encontro, que não precisa ser um em específico mas se oferece um pouco do que descrevo a seguir consegue estampar um sorriso no meu rosto. Imagino um clube de música eletrônica, ótimo sistema de som, iluminação adequada, bons VJs. Saindo das caixas de som, mixagens de bons artistas nacionais como Pareto, Mau Mau, NoPorn, Gui Boratto, Propulse e de repente algum estrangeiro como Tiga ou Diplo. Funciona também ter um espaço aberto, que sirva como alternativa à pista nos momentos em que a conversa pede certa atenção. E complementando a humanização de toda estrutura, espero staff competente e bem coordenado, capaz de atender às demandas do público com educação e eficiência, estejamos falndo dos barmans ou da segurança.

Não costumo gostar de voltar para casa com o dia claro, mas se a noite é boa eventualmente merece emendar na manhã seguinte. Um par de óculos escuros providencialmente guardado no porta-luvas salva duplamente nessa horas, protege do choque com a luz do dia e esconde olheiras de uma noite longa. Que para arrematar, pode ser terminada com um bom café em alguma padaria estilosa (coisa de quem nasceu e cresceu em São Paulo).

Cada um tem sua balada ideal. Do que ela é feita varia bastante, dependendo das referências e expectativas de cada um, e mesmo do momento e do humor. Hoje, a minha é essa. E como é sexta-feira, esse é um bom momento para pensar nela.

Publicado por: Marcio Ramos | 21/05/2010

Cartão vermelho na pluralidade

Há impasses que mesmo quando não me afetam diretamente me incomodam, e nesses casos acho válido fazer o exercício de colocar-me no lugar do outro e tomar partido do lado que julgo mais correto.

Há alguns anos acompanhei o processo de “limpeza” empreendido pela associação de moradores que compreende a região dos jardins. Gradativamente foram expulsando da vizinhança bares alternativos, clubes de música eletrônica e até balada com público de perfil mais engomadinho. Sob as justificativas de redução do barulho, da violência e busca de organização, notei nas entrelinhas a intenção de reduzir na região a frequência de pessoas com estilo de vida ou classe social diferente da do morador médio do bairro.

Essa reordenação do espaço com viés segregativo subiu pelas ladeiras da região até a avenida Paulista e no ano passado bateu às portas de uma casa noturna da Bela Vista. Ao navegar por sites de música eletrônica e blogs de baladairos, me deparei com textos que comentavam a pressão da mesma associação de moradores pelo fechamento d’A Loca. Situado em um ponto tradicionalmente boêmio dentro do bairro, o clube é praticamente uma instituição do underground da cidade, dando abrigo há mais de 15 anos à uma clientela que vai do rico ao pobre, do hetero ao gay, da patricinha à drag.

O conteúdo que encontrei na internet sobre a batalha pela permanência da balada no seu endereço de origem  me direcionou para o link do abaixo assinado pedindo pela sua não expulsão, documento que me prontifiquei em assinar. Com mais de seis mil assinaturas e apoio de personalidades da noite, a petição fez barulho. Em meio à discussão, chegaram a surgir acusações de procedimentos irregulares de ambos lados até que o veredito final fosse dado. Por fim, ficou definido que a casa poderia ficar onde está.

Ainda que não possa me incluir entre os frequentadores d’A Loca, fiquei bastante feliz e satisfeito. Por que? Penso que quanto mais liberdade outras tribos tiverem para se expressar e viver em paz seus estilos de vida, mais assegurado estará também o meu direito à individualidade. E dele não abro mão.

Publicado por: Andrea Nunes | 19/05/2010

Ficar ou continuar?

Hoje é o primeiro dia da feira CASAR, da Vera Simão, que acontece na Daslu. Essa feira é referência quando se fala em casamento com pompa e requinte, por isso, vale a pena dar pelo menos uma passadinha para ver quais são as empresas que estão posicionando seu produto para os casadoiros AAA.

Falando sobre a feira com algumas amigas do ramo de feiras, comentamos que os expositores da Casar deste ano são muito diferentes daqueles que outrora participaram.

Uma explicação para isso foi o fato de muitas empresas tradicionais que participavam  já terem se posicionado como top no mercado e já terem conquistado uma clientela fiel que as ajuda a encherem seus caderninhos de pedidos só com o boca-a-boca. Por isso, a empresa sai da feira e dá espaço a novos clientes em busca desse mesmo posicionamento.

Será? Então por que a Coca-Cola faz propaganda até hoje?

Manter a sua participação em feiras do setor e em outros meios de comunicação é importante para que a empresa permaneça na posição alcançada, para que continue a ser lembrada e para conquistar mais clientes fiéis que não deixarão a empresa ser substituída por outra da modinha. Se a empresa já tem tantos pedidos que não consegue atender nem um a mais, será que não está na hora de pensar em uma expansão? Afinal, é para isso que trabalhamos: fazer nossas empresas prosperarem.

 Além disso, se as empresas continuassem a dar espaço para outras dentro de feiras, como é que nós, feirantes, cresceríamos nosso negócio? O bacana para nós é vermos nossos expositores começarem pequenininhos e crescerem dentro da feira. Isso significa que a empresa está prosperando e tem a feira como um aliado.

Espero que os expositores atuais da Casar pensem assim também e que eu possa vê-los em muitas outras edições do evento, até a Daslu ficar pequena demais para a feira.

Publicado por: Marcio Ramos | 14/05/2010

Zapeando por aí

Hoje gostaria de compartilhar dois links com textos que trazem outros (bons) pontos de vista para tópicos que abordei por aqui recentemente.

O primeiro deles nem é tão novo, foi escrito em janeiro, mas pelos interessantes prognósticos apresentados segue pertinente. Nele a autora trata de perspectivas para 2010 em texto que além de discorrer sobre o assunto dá suas fontes, listando relatórios e posts de terceiros que dão pistas do futuro do mercado, da mídia e do comportamento. Útil ontem, hoje e provavelmente por um bom tempo.

No segundo, um blogger especialista em música e vida noturna fala sobre as diferenças entre enxergar uma pista (e consequentemente um empreendimento) a curto ou longo prazo. Boa pedida para quem curte baladas e para quem pretende ganhar dinheiro com elas.

Espero que curtam!

Publicado por: Andrea Nunes | 12/05/2010

Push and pull

Fui à APAS, feira para supermercadistas, essa semana e estou recomendando a visita. A feira está muito bonita, bem organizada com palestras atraentes e interessantes.

Os estandes estão fantásticos! Parecem obras de arte. E é triste pensar que eles vão durar apenas 4 dias e serão destruídos. Pois é, o pós-feira não é lá muito agradável…

Só tenho uma ressalva a fazer, não à feira, mas aos próprios expositores. A verba das empresas têm diminuído muito e, ao ver estandes gigantescos na APAS, fiquei pensando o quanto sobrou dessa verba para a participação dessas empresas em outras feiras. Sim, porque nem só de varejo vive uma empresa. Para a indústria de alimentos e bebidas, por exemplo, ainda há feiras de food service e gastronomia (como a Fispal, a Restaubar e derivadas), de atacado (a ABAD) e de casas noturnas e entretenimento (a Expoparty).

É certo que o varejo corresponde a maior parte das vendas, mas todo o mercado deve estar coberto pois muito do que o consumidor prova fora de casa, ele busca no supermercado.  É a estratégia de pull, do marketing. Está no Kotler, alguém se lembra disso? Em poucas palavras, a estratégia de pull é aquel que a empresa etimula a procura por produtos por parte do consumidor. Diferente da estratégia de push, que a empresa empurra o produto a distribuidores, atacadistas e varejistas e estes o empurram para o consumidor.

Os dois lados geram vendas, por isso, a empresa deve procurar participar de feiras para diferentes públicos consumidores do seu produto e ter uma abrangência total do mercado.

Boas vendas!

Publicado por: Marcio Ramos | 07/05/2010

Hipoconectividade

Duas semanas atrás escrevi sobre os benefícios da alta interatividade proporcionada pelas mídias sociais. Fechei o texto falando dos limites dessas conexões, e hoje retorno a esse ponto. Seria a chance de ter uma agitada vida virtual um potencializador do individualismo e do isolamento na realidade offline?

 Comecei a pensar nisso ao ler essa semana um texto interessante no site da Folha de São Paulo, (disponível para assinantes da Folha ou do UOL) que discorre sobre o grupo crescente de pessoas que, mesmo tendo a disposição baladas e opções culturais diversas, prefere ficar em casa. No decorrer da matéria, o jornalista aponta como uma possível razão para o fenômeno as facilidades acessíveis através da internet. Mais adiante, psicologos entrevistados levantam o receio de uma má performance social e o medo de interação como outros possíveis motores dessa atitude.

 Com essas reflexões levantadas pelo texto em mente, lembrei que mesmo quando há a disposição de sair da toca, não necessariamente existe o pressuposto da interação. Ao prestar atenção nas formas típicas de se dançar diferentes tipos de música, é facil ver que da valsa ao techno existe uma linha gradativa de distanciamento dos corpos. E se hoje é fácil passar a noite inteira dançando sem encostar em ninguém, em uma festa sobre a qual li já há alguns anos aqui esse isolamento físico foi às últimas consequências. Na balada ocorrida durante o encerramento da Love Parade de 2006 em Berlim, cada presente fez do seu espaço sua própria pista de dança. Todos com seus fones de ouvidos, seus iPods, suas trilhas sonoras, seus set lists. Superconectados aos próprios umbigos. Tirando a paisagem diferenciada, acho que foi como dançar na sala da própria casa.

 Talvez a médio prazo o aumento do individualismo e a facilidade de ter tudo a poucos cliques de distância confirme a diminuição da interação offline entre pessoas. Consequentemente, isso tornaria cada vez mais viável o desenvolvimento de serviços e produtos inusitados, tal qual os acima mencionados. Entretanto, acredito que quando falamos de badalação e diversão, formatos mais tradicionais estão longe de perder a representatividade. Porque curtir uma noite ouvindo a própria música no fone de ouvido ou lendo um bom livro em casa pode ser bom. Mas optar por sair da própria ilha e desbravar novos horizontes segue sendo uma forma de confirmar que alguns momentos são mais legais quando compartilhados.

Publicado por: Andrea Nunes | 05/05/2010

Um post para Érica

Pedi uma ajuda aos meu amigos do Facebook em encontrar um tema para o blog hoje. Apenas minha amiga Érica respondeu: “fale sobre mim”, disse ela. Pois bem, falarei da Érica.

Érica é estilista de uma fábrica de calçados em Jau, cidade do interior paulista conhecida por ser pólo industrial de calçados femininos. Muito ambiciosa, talentosa e com o espírito empreendedor aguçado, Érica pensa em, um dia, ter sua própria linha de roupas e calçados.

Ela vai precisar de certo esforço para isso: um bom business plan, investidores e muito trabalho.  Depois de tudo pronto e a marca lançada, Érica vai ter um novo problema: como se divulgar e arranjar compradores. Um trabalho de promoção em cima de uma marca nova é bastante custoso, mas Érica pode começar investindo em uma ferramenta de marketing e vendas não tão cara como anúncios em todas as revistas de moda, e que dá um resultado bem focado e a um prazo mais curto. Isso mesmo! Érica pode participar de uma feira de negócios!

As feiras de negócios no Brasil são excelentes palcos para pequenas e médias empresas no Brasil. Segundo a Ubrafe, dependendo do setor, elas compõem 60% dos expositores. Entre os visitantes, essa porcentagem aumenta ainda mais: 80% das visitas são de empreendedores atrás de fornecedores.

Isso é explicável através dos números de empresas participantes desses eventos. A Trussardi por exemplo, empresa fabricante de roupa de cama, mesa e banho, faz 20% das vendas de sua linha hoteleira em feiras do setor. A empresa Helcla, de  produtos para cabelo, tem apenas 6 anos de vida e participa de feiras há 5, promovendo a experimentação de seus produtos nos estandes. Sua estratégia tem dado certo, pois de sua carteira de 2 mil clientes, 30% foram conquistados em feiras.

E os exemplos não param por aí. Poderia continuar com alguns outros aqui, inclusive de empresas internacionais que entram no país através de feiras e de empresas que começaram a participar com um estande subsidiado pelo SEBRAE e hoje expõem em áreas de mais de mil metros quadrados. Mas textos na internet devem ser mais curtos, certo?

Então, Érica querida, aqui está o post em sua homenagem. Torço muito para o seu sucesso e tenho certeza de que as feiras vão ajudar você a chegar lá. 😉

Publicado por: Marcio Ramos | 30/04/2010

Adaptabilidade baladeira

Adaptabilidade é uma característica importante nas pessoas, nos negócios e – por que não? – também nas baladas.

Dependendo da conveniência, uma casa noturna conhecida por um frequentador, com determinada lista de djs, atrações residentes e público alvo específico, é apenas um dos eventos abrigados por um espaço. Em outros dias da semana o mesmo local pode mudar completamente seu foco, sendo divulgado através de outro website, conhecido por outro nome, sediando eventos de outro perfil e atingindo audiências distintas.

Hoje tal versatilidade é fator esperado, porém olhando para trás vejo essa estratégia com leque amplo de opções derivadar de dois históricos diferentes. Por um lado, já existem há bastante tempo espaços de arte e cultura com finalidade multipla. São galeria de arte, restaurante, loja, ponto de encontro. Tudo ao mesmo tempo no mesmo local. Por outro lado, os próprios gestores de clubes noturnos de outras épocas notaram que era possível posicionar bem uma mesma casa junto de segmentos distintos. Assim, alternavam noites de disco music com outras de MPB e flashbacks. Acredito que desse caldeirão foi natural obter depois de um tempo insights para outras perspectivas. Daí o aparecimento de espaços com estruturas flexíveis, prontas para abrigar baladas, eventos corporativos de tamanhos diversos, exposições ou saraus.

(Fotos: reprodução)

Pode-se argumentar que muito dessa atuação diversificada se deve às regras do mercado que cobram pelo renovado e rentável. É verdade. Contudo, a capacidade de adequação dos espaços, nesse caso, é uma das premissas que tornou esse cenário uma realidade. Ficou mais fácil e menos caro usar uma mesma estrutura para fins diversos, da mesma forma que não é difícil baixar as portas de um clube noturno decadente, efetuar algumas mudanças e reabrí-lo com novo conceito.

Adaptável. Adjetivo cada vez mais contemporâneo, adequadamente utilizável para descrever inumeras demandas do mundo atual. Pertinente quando tratamos de baladas, baladeiros e também empreendedores notívagos com olhar de negócios atualizado.

Publicado por: Andrea Nunes | 28/04/2010

E o conteúdo?

Essa semana estive em uma feira que é bastante comentada dentro do setor que ela atua. Não visitava essa feira desde 2008 e achei que ela mudou bastante. Está mais bonita e os expositores estão com estandes cada vez mais elaborados, embora a feira não tenha aumentado muito de tamanho.

Mas uma coisa que eu reparei é que o conteúdo da feira, ou seja, os seminários, os concursos, as palestras e até as premiações estavam muito fracos.

Nas palestras e seminários havia muito assunto repetido, com as mesmas figurinhas do setor, sem novidade nenhuma. Os concursos movimentavam um público que não era o comprador e as premiações estavam vazias e sem graça.

Os eventos especiais de feiras tem como finalidade principal levar o visitante que interessa para o expositor. Por isso, os temas abordados e as pessoas convidadas a palestrar devem ser pensados a fundo e escolhidos de acordo com o que o expositor quer ver e não o que a associação apoiadora empurra ou o que é mais fácil de conseguir.

Uma maneira de saber qual tema colocar na pauta, a organizadora da feira pode fazer uma pesquisa com os próprios expositores para levantar quais são os fatores críticos de sucesso do seu negócio ou quais são os assuntos mais polêmicos do setor no momento. Outra boa idéia é selecionar alguns principais visitantes – no caso da Expoparty, sócios de casas noturnas que fazem grandes investimentos – e marcar com eles um almoço ou café para conversar sobre o mercado.

A equipe comercial pode, e deveria fazer mais vezes, conversar com o expositor sobre isso, expor os temas, perguntar o que ele pensa do assunto e, quem sabe, vender uma palestra patrocinada. Por que não? Em algumas conferências do setor sucroenergético que organizamos, o patrocinador também leva muito do conteúdo. Isso porque, as empresas do setor fazem muita pesquisa de campo e, normalmente têm muita conteúdo bom que agrada a platéia.

Feira também é lugar de aprender! Então, antes de visitar uma feira, dê uma olhada na grade oferecida, marque as palestras que mais te interessam e compareça!

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